DVP - Documento de Visão do Projeto

Este documento trata do primeiro módulo do sistema de Processo Eletrônico, que corresponde principalmente às funções de autuação do processo, inserção de documentos eletrônicos e trâmite. Diversas outras funcionalidades acessórias existentes serão levantas e implementadas no decorrer do projeto.

Hoje, os processos são autuados de forma física no protocolo do TCE-GO, criando volumes físicos e um volume digital que contém todos os documentos que estavam presentes no momentos da autuação do processo. Diversos dados são cadastrados no sistema GPRO no momento da autuação, como: número, número origem, origem, volumes, data, mês referência, ano referência, trimestre referência, assunto, histórico, interessados, usuário que efetuou a autuação, usuário que efetuou a alteração, órgão origem, documento digital e ementa.

Num outro momento, esse processo é tramitado de forma física e eletrônica. Isto é, o sistema registra todos os andamentos do processo para que haja um acompanhamento através das ferramentas de gestão de processos.

Além disso, é possível criar documentos de forma eletrônica e tramitá-los. Para que isso ocorra o documento criado de forma eletrônica é impresso e juntado no processo. Só então o processo é tramitado.

Documentos produzidos de forma eletrônica no sistema do Tribunal possuem um padrão mínimo pré-defino, como cabeçalho, rodapé e logomarca. No entanto é possível alterar esse padrão ou fazer um documento em ferramenta externa sem qualquer padrão.

Para que o documento possa tramitar é necessário que haja a produção de algum tipo de documento pela unidade para ser juntando ao processo. Casa isso não ocorra, a unidade junta um documento denominado CI(Comunicado Interno).

O trâmite de documentos é realizado pelo gestor da unidade. O gestor tem a capacidade de enviar o processo que está em sua posse para qualquer unidade do Tribunal. Quando o processo chega na unidade, um servidor assina o documento de aceite e a partir deste momento o processo passa a estar na unidade.

Processos físicos de outros Órgãos que chegam ao Tribunal são tramitados no TCE-GO.

  1. Dentre as situações elencadas na seção anterior pode-se levantar os seguintes problemas:
  2. O processo híbrido pode gerar inconsistências entre os documentos criados no sistema e anexados ao processo físico. Pois o processo físico não está imune à substituição de páginas, e caso isso ocorra, haverá a inconsistência, uma vez que não é possível substituir o documento do eletrônico.
  3. A tramitação física de processos de outros Órgãos representa um risco, pois documentos podem ser extraviados ou destruídos.
  4. Altos gastos com papel e material de impressão.
  5. Tendência a ficar sem espaço físico para armazenamento de papel.
  6. Falta de transparência nas informações.
  7. Falta de segurança das informações.

O produto Processo eletrônico propõe apoiar as atividades administrativas, de modo eliminar o trâmite de processo físico entre as unidades internas do TCE-GO. OS processos físicos e os documentos que chegarem ao protocolo do Tribunal passarão a ser digitalizados e indexados no novo sistema.

Diversos tipos de mídias poderão ser anexadas no sistema.

Após essa etapa eles serão assinados digitalmente para serem tramitados.O destinatário será notificado para dar o aceite no processo.

Além disso, o sistema facilitará a produção de documentos, uma vez que todos os documentos estarão padronizados e centralizados num único sistema. Ainda, facilitará a busca e o acesso a esses documentos e processos, pois todos os documentos terão reconhecimento de caracteres, permitindo buscas em seu conteúdo ou em metadados cadastrados pelo autor.

  1. Celeridade processual (trâmite 4 vezes mais rápido, em média);
  2. Desmaterialização dos autos processuais;
  3. Acesso compartilhado por diversos usuários simultaneamente;
  4. Maior transparência das informações;
  5. Eliminação do tempo em que o processo permanece parado aguardando tramitação meramente burocrática;
  6. Redução do impacto ambiental (papel, toner, equipamentos);
  7. Redução de custos com materiais de expediente;
  8. Eliminação das pilhas de processos que obstruem o ambiente de trabalho;
  9. Eliminação de espaços físicos de arquivamento de processos (arquivos mortos);
  10. Melhoria na segurança das informações;
  11. Melhoria na acessibilidade para pessoas com deficiência na interação com a documentação processual por meio da informática e de ferramentas de tecnologia assistiva;
  12. Melhoria geral na qualidade dos trabalhos, com forte redução de atendimento presencial e eliminação de atividades relativas à autuação física de processos;
  13. Fim do extravio de processos e de supressão de páginas.
  14. Fim da inconsistência entre processo físico e eletrônico, culminando no fim processo híbrido;
  15. Padronização da tabela de assuntos dos processos.
  16. Maior facilidade para auditar processos.
  17. Maior facilidade para extrair informações estratégicas, como indicadores.

A arquitetura do produto de software T

5.1. Requisitos Legais e de Padrões

  • Definição da Política de Segurança da Informação
  • Definição de Papeis de Usuários
  • Definir Legislação relacionada a desapensamento de processo
  • Definir Legislação relacionada a desentranhamento de processo
  • Definir Legislação relacionada a desmembramento de processo
  • Definir Legislação relacionada a juntada de processo
  • Legislação que normatiza os espaços (ver o que significa).

5.2. Requisitos de Sistema e de Infraestrutura

[Defina os requisitos de sistema e de infraestrutura necessários para o desenvolvimento, suporte e uso do produto. Pode abranger software, hardware, redes, telecomunicações, infraestrutura física quando aplicável, dentre outras. Requisitos associados a linguagens de programação e tecnologias a serem utilizadas também devem ser abordadas nesta subseção.]

  • Linguagem de programação: .NET
  • Navegador: Para o módulo WEB, deverá ser compatível com o Google Chrome, Internet Explorer/ MS Edge e Firefox
  • Sistema Operacional: Windows 7 ou superior.

5.3. Requisitos de Desempenho

[Descreva os requisitos de desempenho esperados para o produto. Itens referente a carga do usuário, largura da banda, taxa de transferência e tempos de resposta podem ser bordados nesta subseção. É necessário que sejam descritos em termos quantitativos, baseados em uma ou mais unidades de medida escolhidas.]

  • Suportar no mínimo 100 usuários simultâneos.

5.4. Requisitos de Usabilidade e Acessibilidade

[Informe os requisitos referentes à usabilidade e acessibilidade do produto, isto é, aquilo que é associado a sua facilidade de uso, apreensibilidade, possibilidades e modos de acesso/operação. Requisitos de usabilidade geralmente precisam ser escritos em termos quantitativos, baseados em uma ou mais unidades de medida escolhidas.]

  • Atender os requisitos de usabilidade e acessibilidade do EMAG.

5.5. Requisitos de Confiabilidade

[Escreva os requisitos de confiabilidade acordados com o cliente. Devem ser incluídos nesta subseção requisitos que tratem sobre possibilidade de recuperação, tempo médio entre falhas, frequência e gravidade de falhas, dentre outros. Estes requisitos de usabilidade geralmente precisam ser escritos em termos quantitativos, baseados em uma ou mais unidades de medida escolhidas.]

5.6. Requisitos de Segurança

[Informe os requisitos de segurança do produto, referentes a aspectos como: integridade, confidencialidade, autenticidade, disponibilidade e não repúdio. Portanto, questões relacionadas a criptografia de dados e autenticação devem ser abordadas aqui..]

  • pres/gerti/servico_de_desenvolvimento_de_sistemas_de_informacao/projetos/processo_eletronico/dvp_modulo1.txt
  • Última modificação: 18/01/2017 16:47
  • por bholiveira